Caso você esteja interessado em abrir o seu negócio, nosso conselho é que pesquise muito e entenda como abrir uma empresa. Mas vamos te dar uma mãozinha, pois a partir de agora, iremos falar sobre as etapas nas quais quem quer empreender precisará passar para que consiga, de forma legal, abrir o seu negócio.
Mas como você pode imaginar, a situação não é tão simples assim. Por isso, antes de abordarmos sobre tais etapas, é fundamental que você saiba quais os portes empresariais possíveis a serem abertos no nosso país. O tamanho da empresa define a sua margem de lucro, mas, por outro lado, o valor de impostos a ser pago ao governo.

A parte burocrática

Essa é uma das principais partes e como informamos no início do artigo, a prefeitura pode vetar a realização em determinados endereços, dependendo do negócio que for aberto. Então, quando você for abrir o seu negócio é fundamental que você tenha em mãos os documentos possíveis do imóvel.

O primeiro documento a ser apresentado é sempre o IPTU, porém, a certidão de utilização do solo é outro documento importante. O recomendado é que você sempre tenha essa certidão antes de contratar o aluguel do estabelecimento. A prefeitura pode, por exemplo, permitir um MEI, mas não um ME, dependendo da localidade.

Arrecadação e Impostos

O faturamento da sua empresa pode ser limitado, dependendo do tipo da sua empresa, e isso diferencia também no pagamento de tributos.

Dentre os regimes citados, MEI, ME e EPP , o primeiro é o único que pode ser aberto sem a necessidade de contador, que pode ter sua abertura feita individualmente no “Portal do Empreendedor”.

O Microempreendedor Individual possui, também, o menor regime tributário, de 5% sobre o salário mínimo. Em contrapartida, a margem de recebimento do MEI é a menor entre eles, R$ 81.000,00 anual.

Os regimes restantes passam por Lucro Nacional, Lucro Presumido e Simples Nacional como opções de tributação. O valor é fixo, mas como variação de 4 e 5% dentro do ganho da empresa. No caso do Lucro Real, o empreendedor terá que comprovar o seu ganho a cada mês.

Entre o Lucro Presumido e o Lucro Real existe uma diferença: no lucro presumido o governo pressupõe o lucro da empresa na cobrança de impostos, sendo calculados e pagos separadamente, diferindo assim do Simples Nacional. Já o Lucro Real, é aquele que o empreendedor terá que comprovar o seu ganho mensalmente.

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